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    Home » PGR recorre ao STF contra decisões do STJ que barram uso de relatórios do Coaf sem ordem judicial
    Economia

    PGR recorre ao STF contra decisões do STJ que barram uso de relatórios do Coaf sem ordem judicial

    RedaçãoPor Redação24/05/2025Nenhum comentário2 minutos de leitura
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    O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, apresentou uma reclamação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a aplicação de decisão da Corte que autoriza o compartilhamento direto de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) entre o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a polícia e o Ministério Público, sem necessidade de autorização judicial prévia.

    A medida foi motivada por decisões reiteradas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que têm anulado investigações e provas obtidas a partir desses relatórios, sob o argumento de que o compartilhamento entre Coaf e autoridades investigativas depende de ordem judicial. O entendimento contraria o que foi definido pelo STF no julgamento do Tema 990, com repercussão geral.

    Na reclamação, o PGR destaca que o STF já decidiu que RIFs não representam quebra de sigilo bancário e, por isso, não exigem autorização judicial. Segundo a Corte, o compartilhamento direto é legal desde que esteja vinculado a investigação formalmente instaurada e seja devidamente documentado, condições que, segundo o Ministério Público, foram observadas no caso concreto, uma investigação de lavagem de dinheiro e evasão de divisas por uma organização criminosa com sede em Campinas (SP).

    Gonet ressalta que a divergência entre o entendimento do STF e as decisões do STJ compromete a segurança jurídica e ameaça a eficácia de investigações em curso. Para o procurador-geral, se o precedente do Supremo não for respeitado, há risco de impunidade e de enfraquecimento do combate à criminalidade organizada.

    “Os RIFs são ferramentas essenciais para rastrear recursos oriundos de atividades ilícitas, como corrupção e lavagem de dinheiro, e seu compartilhamento ágil entre órgãos é uma prática internacionalmente reconhecida”, argumenta o PGR.

    Na ação, o procurador-geral pede ainda uma liminar para suspender imediatamente os efeitos da decisão da 3ª Seção do STJ, que anulou provas e atos investigativos no caso de Campinas, até o julgamento final da reclamação. Ele alerta que a decisão compromete a continuidade do inquérito criminal e enfraquece a repressão estatal.

    O STF ainda não se pronunciou sobre o pedido.

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