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    Home » Ceará tem segunda menor média de renda por pessoa no Brasil em 2024, aponta IBGE
    Economia

    Ceará tem segunda menor média de renda por pessoa no Brasil em 2024, aponta IBGE

    Carlos AugustoPor Carlos Augusto08/05/2025Nenhum comentário3 minutos de leitura
    Rendimento domiciliar per capita, massa de rendimento e população com rendimento do trabalho são três dos recordes mostrados pela PNAD contínua em 2024 - Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias
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    O Ceará registrou o segundo menor rendimento domiciliar per capita do país em 2024, com média de R$ 1.210, de acordo com o módulo anual da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira (8) pelo IBGE. O estado ficou à frente apenas do Maranhão (R$ 1.078) e atrás do Amazonas (R$ 1.231).

    O levantamento mostrou que, apesar do crescimento do rendimento em todo o Brasil, as disparidades regionais permanecem acentuadas. No Nordeste, a média foi de R$ 1.319, enquanto o Sul registrou o maior rendimento domiciliar per capita do país, com R$ 2.499.

    Mesmo com o valor abaixo da média nacional, o rendimento no Ceará avançou em relação aos anos anteriores, acompanhando o crescimento registrado em todo o país. Em 2024, a massa de rendimento mensal domiciliar per capita no Brasil chegou a R$ 438,3 bilhões, o maior valor desde 2012. Na comparação com 2023, o aumento foi de 5,4%, enquanto em relação a 2019, ano anterior à pandemia, o avanço foi de 15,0%.

    O rendimento médio de todas as fontes da população cearense também acompanhou essa tendência, mas continua distante dos maiores valores observados em outras regiões. No Nordeste, o rendimento médio foi de R$ 2.080, o menor entre as cinco regiões do país.

    Apesar do crescimento no rendimento, o Ceará segue com elevada desigualdade de renda. Os números do IBGE indicam que a concentração de renda ainda é alta no estado, com grande parte da população dependendo de programas sociais para complementar a renda familiar.

    O levantamento aponta que o rendimento proveniente de aposentadorias e pensões representa 19,9% do total da renda domiciliar no Nordeste, a maior participação entre todas as regiões. Essa dependência é ainda mais acentuada nos estados de menor rendimento per capita, como o Ceará.

    Além disso, o impacto dos programas sociais continua sendo relevante. Em 2024, 18,7% dos domicílios do Brasil tinham pelo menos um beneficiário do programa Bolsa Família, número que chegou a 19% em 2023, o maior valor da série histórica.

    A maior parte do rendimento domiciliar no Ceará e em todo o país vem do trabalho. No Brasil, o rendimento do trabalho representou 74,9% do total da renda domiciliar em 2024, uma leve alta em relação ao ano anterior.

    O aumento da ocupação e o crescimento do rendimento médio do trabalho foram os principais responsáveis pela expansão da massa de rendimento no país. No entanto, o cenário ainda é desafiador para o Ceará, onde os salários médios são mais baixos e a informalidade é maior do que nas regiões mais desenvolvidas.

    Mesmo com o crescimento da renda e a recuperação em relação ao período mais crítico da pandemia, o Ceará e o Nordeste ainda enfrentam o desafio de reduzir as desigualdades regionais.

    O aumento do rendimento domiciliar per capita é um passo importante, mas especialistas apontam que é necessário fortalecer o mercado de trabalho formal e promover políticas que garantam maior inclusão produtiva, especialmente para a população de baixa renda.

    Artigo AnteriorRendimento domiciliar per capita atinge recorde em 2024, mas desigualdades regionais persistem
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    Carlos Augusto
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    Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

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