Autor: Carlos Augusto

Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

A ISA Energia Brasil (ISAE3, ISAE4) divulgou nesta quarta-feira (29) seus resultados do terceiro trimestre de 2025, marcados por queda na receita líquida e no EBITDA, mas alta expressiva no lucro líquido. A empresa registrou receita líquida de R$ 1,07 bilhão, o que representa uma queda de 9,1% em relação ao mesmo período de 2024. O EBITDA também recuou 7,3%, totalizando R$ 888,5 milhões. Segundo a companhia, o desempenho foi impactado pela redução do componente financeiro de RBSE e pela normalização das Parcelas de Ajuste do ciclo anterior. Apesar da retração operacional, o lucro líquido regulatório avançou 27,4%, alcançando R$…

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A Kepler Weber (B3: KEPL3), líder latino-americana em soluções de armazenagem e pós-colheita de grãos, apresentou um lucro líquido de R$ 51,6 milhões no 3º trimestre de 2025 (3T25). O resultado representa alta de 258% em relação ao trimestre anterior, apesar da queda de 13,5% na comparação anual. A receita líquida somou R$ 423,3 milhões, retração de 3,6% frente ao 3T24, enquanto o EBITDA foi de R$ 73,6 milhões, com margem de 17,4%, mostrando recuperação de rentabilidade e eficiência operacional. O trimestre representou 45% do EBITDA acumulado de 2025, segundo o balanço divulgado nesta quarta-feira (29). Os destaques ficaram por…

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A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (PFRM3) encerrou o 3º trimestre de 2025 (3T25) com lucro líquido ajustado de R$ 52,6 milhões, uma alta de 2,4% em relação ao mesmo período de 2024, mesmo diante de um cenário de juros elevados e reajuste de medicamentos abaixo da inflação. A receita bruta consolidada somou R$ 3,3 bilhões, avanço de 9,1% sobre o 3T24, enquanto o EBITDA ajustado atingiu R$ 114,4 milhões, com crescimento de 8,4%. A margem EBITDA ficou em 4,0%, praticamente estável. O destaque do trimestre foi a geração de caixa robusta e o nível de alavancagem mais baixo…

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A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa) comunicou o início da 19ª emissão pública de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 329,45 milhões. A oferta foi registrada automaticamente na CVM em 29 de outubro de 2025, sob o número CVM/SRE/AUT/DEB/PRI/2025/775, e conta com rating AAA.br, concedido pela Moody’s Local BR. As debêntures são quiropagráficas, emitidas em série única, com valor nominal unitário de R$ 1.000, e destinam-se exclusivamente a investidores profissionais. A emissão está sendo conduzida sob o rito de registro automático da CVM 160, com o BTG Pactual Investment Banking como coordenador líder…

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O Santander Brasil vai levar a votação, em 28 de novembro, duas operações societárias: a incorporação de 97% do patrimônio da Return Capital (subsidiária integral focada em administração e recuperação de créditos) e a incorporação da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil. As medidas buscam simplificar a estrutura, ganhar eficiência operacional e otimizar capital dentro do grupo. No caso da Return, a parcela cindida a ser vertida ao banco tem valor contábil de R$ 8,46 bilhões e não haverá emissão de novas ações nem alteração da base acionária. A operação é intragrupo e não depende de outras autorizações governamentais. A incorporação…

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O Ibovespa encerrou esta quarta-feira (29) com mais um recorde histórico, ao subir 0,82% e alcançar 148.632,93 pontos, no terceiro dia consecutivo de alta. Durante o pregão, o índice chegou a ultrapassar os 149 mil pontos pela primeira vez na história, impulsionado pela decisão do Federal Reserve (Fed) de reduzir os juros nos Estados Unidos em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4,00% ao ano. A medida, amplamente antecipada pelo mercado, reforçou o apetite por risco e sustentou o bom humor dos investidores brasileiros. Segundo analistas, o corte de juros ocorre em um cenário ainda incerto, marcado…

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O Bradesco registrou lucro líquido recorrente de R$ 6,2 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado e de 2,3% frente ao trimestre anterior. A rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE) atingiu 14,7%, refletindo avanço na eficiência e melhora gradual da margem financeira. As receitas totais chegaram a R$ 35 bilhões, com destaque para o crescimento da margem financeira, que subiu 3,7% no trimestre e 16,9% em 12 meses, e para o desempenho positivo das receitas de serviços. A carteira de crédito expandida somou R$ 1,034 trilhão, avanço de 9,6% em 12…

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O governo federal prepara um conjunto de medidas para rever gastos públicos e recompor o Orçamento de 2026. As ações farão parte de um projeto relatado pelo deputado Juscelino Filho (União Brasil-MA) e devem representar 60% do esforço necessário para ajustar as contas do próximo ano. A proposta será incluída no Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) — um texto já em tramitação no Congresso — e trará as medidas consideradas “menos polêmicas” do pacote fiscal. Segundo o Ministério da Fazenda, a expectativa é gerar economia de R$ 4,28 bilhões em 2025 e R$ 10,69 bilhões em 2026.…

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O mercado de capitais brasileiro movimentou R$ 630,9 bilhões em emissões de valores mobiliários até o fim do 3º trimestre de 2025, segundo o Boletim Econômico da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O levantamento mostra avanço em segmentos como fundos imobiliários (FIIs), fundos de direitos creditórios (FIDCs) e plataformas de investimento participativo (crowdfunding), mesmo com leve retração nas emissões de renda fixa. A indústria de FIIs registrou aumento de 13,9% no volume emitido, alcançando R$ 68,8 bilhões em 2025, ante R$ 60,4 bilhões no mesmo período do ano anterior. Já os FIDCs cresceram 8,6%, somando R$ 97,9 bilhões contra R$…

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A escassez de semicondutores, componentes essenciais para o funcionamento de veículos e equipamentos eletrônicos, voltou a gerar preocupação no setor automotivo brasileiro. O problema, de origem geopolítica, teve início após o governo holandês intervir em uma empresa chinesa com operações na Holanda e participação de cerca de 40% do mercado mundial desses chips. Em reação, a China suspendeu as exportações de parte de sua produção, afetando o fornecimento global. No Brasil, montadoras e fabricantes de autopeças relatam risco de interrupção na produção nas próximas semanas, caso o acesso aos componentes não seja restabelecido. O setor automotivo representa 20% da indústria…

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