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    Home » Expectativas do Focus recuam para inflação e juros em 2026, enquanto projeções para 2025 seguem estáveis
    Economia

    Expectativas do Focus recuam para inflação e juros em 2026, enquanto projeções para 2025 seguem estáveis

    Carlos AugustoPor Carlos Augusto24/11/2025Nenhum comentário2 minutos de leitura
    © Marcello Casal JrAgência Brasil
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    Mercado reduz previsões de IPCA e Selic para 2026, indicando percepção de desinflação mais rápida; cenário para 2025 permanece praticamente inalterado, com câmbio e PIB estáveis.

    O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 24 de novembro, mostrou ajustes importantes nas projeções de inflação e taxa Selic para 2026, enquanto as estimativas para 2025 foram mantidas praticamente estáveis. As medianas refletem a leitura de analistas de que o processo de desinflação segue adiante, ainda que em ritmo moderado.

    Para 2025, o mercado projeta IPCA de 4,45%, leve alta em relação à semana anterior (4,46%), mas equivalente ao patamar observado nas últimas semanas. A expectativa para o PIB permaneceu em 2,16%, assim como o câmbio, em R$ 5,40, e a Selic, em 15% ao ano.

    As revisões mais relevantes apareceram em 2026. A projeção para o IPCA caiu para 4,18%, após 4,20% na semana anterior. A taxa Selic esperada recuou de 12,25% para 12%, sinalizando expectativa de política monetária menos restritiva adiante. As estimativas para PIB (1,78%) e câmbio (R$ 5,50) permaneceram estáveis.

    Para horizontes mais longos, 2027 e 2028, o Focus mostra constância na maior parte dos indicadores. O IPCA é estimado em 3,80% e 3,50%, respectivamente, enquanto a Selic aparece em 10,50% (2027) e 9,75% (2028) — com leve redução na projeção para 2028.

    As revisões para 2026 indicam que o mercado começa a precificar um ambiente mais favorável à desinflação, o que tende a permitir cortes adicionais de juros no médio prazo. A melhora, ainda que marginal, reforça a leitura de que o IPCA converge gradualmente em direção ao teto da meta.

    A estabilidade das projeções para 2025 mostra que o mercado ainda aguarda sinais mais claros da dinâmica fiscal e dos impactos acumulados da política monetária antes de revisões mais profundas.

    Se confirmada, a combinação de inflação menor e Selic mais baixa em 2026 pode aliviar o custo do crédito e apoiar uma retomada mais consistente da atividade econômica, embora o ritmo de crescimento continue moderado.

    Para investidores, o quadro sugere manutenção de um ciclo de juros ainda elevados no curto prazo, mas com perspectiva de afrouxamento adiante, o que tende a influenciar curvas futuras de juros, precificação de renda fixa e decisões em renda variável. Para empresas e consumidores, uma trajetória de inflação mais benigna pode reduzir pressões de custos e melhorar condições de financiamento ao longo de 2026.

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    Carlos Augusto
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    Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

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