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    Home » MELHOR SERIA INTELIGÊNCIA AUXILIAR
    A Crônica da Semana

    MELHOR SERIA INTELIGÊNCIA AUXILIAR

    Pedro Paulo PaulinoPor Pedro Paulo Paulino07/02/20252 Comentários4 minutos de leitura
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    Na crônica que este descompromissado escriba assina toda sexta-feira, meto o bedelho hoje em um assunto da maior visibilidade em nossos dias: a chamada Inteligência Artificial. Antes de qualquer coisa, itero e reitero que sou um remanescente ainda da era analógica, e não faz tanto tempo, eu deveria, neste momento, estar martelando estas linhas numa simpática Olivetti ou Remington, movida por dedos e molas, alimentada por fita de tinta de duas cores, apta para imprimir na folha de papel em branco o que nos pode sair da cachola.

    Mas, bem haja, logrei emergir do século passado e mergulhar no século presente, que este ano completa já um quarto de sua existência. De tal forma que, a exemplo geral, vejo-me hoje, num processo sem volta, inserido na era da computação e toda a sua parafernália.

    E quando se fala em termos de elevada modernidade, saltam à vista, de imediato, duas palavrinhas mágicas: Inteligência Artificial. E nossa mente logo se volta para os avanços das maravilhas tecnológicas do século vinte e um, como se vivêssemos hoje em um outro mundo. De certa forma faz sentido pensar assim. Porém, indagando à própria IA quando ela surgiu, a resposta é surpreendente e um tanto frustrante, porque descobrimos que a nova e impressionante tecnologia não é tão nova assim.

    — Quando você surgiu, Inteligência Artificial? — pergunto. A resposta:

    — O termo Inteligência Artificial (IA) foi proposto em 1956, durante uma conferência na Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos. No entanto, as bases para a IA foram criadas anteriormente, em 1943, quando Warren McCulloch e Walter Pitts criaram o primeiro modelo computacional para redes neurais.

    E remete ainda a um certo John McCarthy, nascido em 1927, coautor do documento que cunhou o termo Inteligência Artificial (IA).

    Alívio. Ela é muito mais velha do que eu, a título de referência. Levando em conta, pois, que a IA levou pelo menos oito décadas engatinhando e só agora ensaia seus primeiros passos, ela chega, a meu ver, a perder boa parte dos seus aparentes encantos. (Deve-se considerar, todavia, que isso representa ínfima porcentagem diante dos milhares de milênios que a inteligência natural humana, à custa da evolução defendida por Darwin, levou para chegar ao estágio atual, desde o homem das cavernas aos sapiens.)

    Não resta a menor dúvida, entretanto, que a Inteligência Artificial é um dos recursos mais fantásticos forjados pela mente humana. Eu a rebatizaria de Inteligência Auxiliar, aproveitando, inclusive, a mesma sigla IA, levando em conta que, quando reprovamos qualquer coisa meio dissimulada, fingida ou fictícia, somos forçados a dizer: “Isso soa meio artificial”. No caso, dispomos efetivamente, diante de nós, de uma ferramenta acessória e eficientemente auxiliar nas mais diversificadas atividades humanas.

    Mas antes de mais nada, o que nos pode preocupar é o uso duplo ou múltiplo de tudo quanto o homem, comprovadamente ao longo dos séculos, tem conseguido inventar. Na segunda metade do século dezenove, o sueco Alfred Nobel inventou a dinamite, favorecendo como nunca o árduo trabalho dos mineradores. Não demorou, o explosivo transformou-se em arma mortífera. Um compatriota nosso, o brasileiro Santos Dumont realizou de maneira heroica o sonho de Ícaro, mas não demorou para o avião ser empregado em larga escala nas guerras, lançando bombas assassinas. E por aí caminha a humanidade e suas criações tecnológicas. Até uma simples faca, nas mãos do cozinheiro, é um instrumento da mais indispensável utilidade. Já nas mãos dum assassino é uma ferramenta mortal.

    Nessa linha de pensamento, rezemos para que a Inteligência Artificial, por sua vez e a exemplo de tantas outras invenções humanas, não descambe para a banalidade perniciosa e torne-se, no dia a dia, praticada na versão mais ignóbil de Ignorância Artificial, preservando – e desabonando – a mesma sigla em português (IA).

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    Pedro Paulo Paulino
    • Local na rede Internet

    Atuante tanto na literatura de cordel quanto na poesia erudita, com diversas conquistas em prêmios literários de âmbito nacional. Além de seu trabalho como escritor, ele também é redator e diagramador de jornais, revistas e livros, atuando dentro e fora de Canindé. Como radialista, Pedro Paulo apresenta um programa aos domingos, focado em resgatar sucessos da Velha Guarda.

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    View 2 Comments

    2 Comentários

    1. PEDRO GERVÁSIO MOREIRA MARTINS sobre 08/02/2025 11:26

      SEM PALAVRAS. SENSACIONAL.👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

      Responder
      • Pedro Paulo Paulino sobre 10/02/2025 12:37

        Grato, caro leitor Dr. Pedro!

        Responder
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