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    Home » Haddad diz que juros estão altos demais e defende diálogo com o BC
    Economia

    Haddad diz que juros estão altos demais e defende diálogo com o BC

    Carlos AugustoPor Carlos Augusto08/10/2025Nenhum comentário3 minutos de leitura
    Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (7) que a taxa básica de juros, a Selic, está “excessivamente restritiva”. A declaração foi feita durante o programa Bom Dia, Ministro, transmitido pela EBC. Atualmente, a Selic está fixada em 15% ao ano, patamar definido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

    Segundo o ministro, emitir opiniões sobre a condução da política monetária é parte do papel institucional da Fazenda. Por isso, ele defendeu que o debate público sobre a Selic é legítimo e contribui para a transparência. Além disso, Haddad destacou que isso é natural numa democracia e não representa qualquer desrespeito à autonomia do BC.

    “Eu tenho dito que, na minha opinião, a taxa de juros está excessivamente restritiva. Isso é um desrespeito ao Banco Central? Não. O Banco Central tem o trabalho dele, eu tenho respeito institucional, independentemente de quem seja o presidente”, declarou.

    Respeito institucional e mais informações para decisões técnicas

    No entanto, Haddad ressaltou que sua intenção é contribuir com o debate técnico, oferecendo ao Banco Central informações relevantes sobre a economia. De acordo com ele, esse é o papel da Fazenda: municiar o comitê com dados para apoiar decisões mais bem fundamentadas.

    “Quanto mais informações nós fizermos chegar ao Banco Central, melhor vai ser a decisão que ele vai tomar. A decisão é deles, mas o nosso papel é incrementar o fluxo de informações para que as decisões sejam as mais técnicas e benéficas possíveis”, explicou.

    Além disso, o ministro comentou sobre o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, que foi seu secretário-executivo no Ministério da Fazenda. Segundo ele, o diálogo entre os dois permanece respeitoso e profissional. “Não tem problema duas pessoas civilizadas conversarem e, inclusive, convergirem ou não sobre determinados temas”, afirmou.

    Dessa forma, o ministro reforça que sua atuação é institucional e técnica, e não política ou pessoal.

    Cenário econômico positivo e redução da desigualdade

    Ainda durante o programa, Haddad destacou sinais positivos na economia brasileira, como o crescimento do PIB, a geração de empregos, a redução da inflação e a melhora nos indicadores fiscais. Para o ministro, esses dados indicam que o país está no caminho certo.

    “Se você comparar o resultado fiscal deste governo do presidente Lula, ele será melhor do que os dois governos anteriores. Isso também no que diz respeito à inflação, desemprego e crescimento”, pontuou.

    Além das melhorias econômicas, Haddad mencionou a recuperação de programas sociais e medidas que vêm contribuindo para a redistribuição de renda. Entre elas, estão o aumento do salário mínimo, a elevação da renda média dos trabalhadores e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês.

    Com isso, o governo aposta na construção de um país mais justo e equilibrado. “Nós vamos entregar um país menos desigual. Se você pegar crescimento, desemprego, ganho de renda, inflação, resultado primário… e conseguir entregar tudo isso com resultados melhores do que os que vêm acontecendo nos últimos 10, 12 anos, penso que você está fazendo um trabalho na direção correta. Por fim, é isso que estamos perseguindo”, concluiu.

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    Carlos Augusto
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    Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

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