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    Home » Desemprego volta a subir e mais de 890 mil brasileiros entram na fila por trabalho no 1º trimestre
    Economia

    Desemprego volta a subir e mais de 890 mil brasileiros entram na fila por trabalho no 1º trimestre

    Carlos AugustoPor Carlos Augusto30/04/2025Nenhum comentário2 minutos de leitura
    Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil
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    A taxa de desocupação no Brasil subiu para 7,0% no trimestre encerrado em março de 2025, após encerrar o último trimestre de 2024 em 6,2%. A alta representa a entrada de 891 mil pessoas na fila do desemprego em apenas três meses, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo IBGE.

    O número de pessoas desocupadas cresceu 13,1%, enquanto a população ocupada caiu 1,3 milhão no mesmo período. Essa combinação de alta procura por trabalho e queda nas vagas disponíveis elevou a taxa de desemprego, mesmo que o indicador ainda esteja abaixo dos 7,9% registrados no início de 2024.

    O recuo na ocupação atingiu setores sensíveis para a economia popular, como Construção (-397 mil vagas), Alojamento e Alimentação (-190 mil), Serviços Domésticos (-241 mil) e áreas ligadas à Administração Pública, Educação e Saúde (-297 mil).

    Outro dado preocupante é a queda de 5,3% no número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado, que perdeu 751 mil postos no trimestre. Isso indica fragilidade nas formas mais precárias de ocupação — justamente aquelas que absorvem boa parte dos trabalhadores informais ou em transição.

    Na comparação com o trimestre anterior, nenhum grupamento de atividade econômica apresentou crescimento no número de ocupados. Essa paralisação na geração de empregos revela o impacto de uma economia que inicia o ano com sinais de desaceleração.

    Setores como Agricultura, Construção e Serviços — intensivos em mão de obra — apresentaram quedas simultâneas tanto em número de ocupados quanto no volume de atividades.

    O rendimento médio chegou a R$ 3.410, o maior da série histórica do IBGE iniciada em 2012. No entanto, esse dado positivo contrasta com a retração no número de pessoas ocupadas. Na prática, menos trabalhadores estão empregados, mesmo que os rendimentos de alguns segmentos tenham crescido.

    Além disso, esse aumento na renda média pode estar relacionado à eliminação de postos de trabalho com salários mais baixos, o que distorce a média geral para cima — sem refletir um ganho real para a maioria dos trabalhadores.

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    Carlos Augusto
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    Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

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