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    Home » A CEM MIL POR HORA
    A Crônica da Semana

    A CEM MIL POR HORA

    Pedro Paulo PaulinoPor Pedro Paulo Paulino02/08/20242 Comentários3 minutos de leitura
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    Como se tivesse sido ontem, olho o calendário na parede e vejo que é primeiro de janeiro. Hoje, olho o mesmo calendário lá no seu canto e vejo que já estamos em agosto. Ao passo em que se apresenta o oitavo mês do ano, ainda parece-me respirar a atmosfera do Natal passado e ouvir os estampidos do Revéillon. A euforia do Carnaval também me parece  que foi ontem. E assim, não é à toa que uma das interjeições mais repetidas por todos nós, com assaz frequência, é: como o tempo está passando rápido!

    Empregamos o verbo no gerúndio, com a ilusão de que só no momento presente o tempo corre veloz. Porém, relativo como é em todos os sentidos, o tempo deve ser o mesmo de há dois mil anos, ou de há dez mil anos, com a mesma velocidade, rápido ou moroso, conforme as circunstâncias e nossos interesses individuais. Embora que, levando em conta a velocidade dos dois principais movimentos do planeta Terra, não admira a rapidez do tempo.

    Estudiosos dos astros já há bastante tempo observaram o velocímetro da Terra e constataram que esta esfera azul circula o Sol a uma velocidade acima dos 100 mil quilômetros por hora, ou qualquer coisa em torno de 30 quilômetros por segundo. E em volta dela mesma, a Terra rodopia a mais de 1.600 quilômetros por hora, um verdadeiro supersônico movido pela inexorável força da gravidade.

    De tal forma, que dias e anos sucedem-se, na nossa percepção, a uma velocidade que agora queremos acreditar que nunca foi assim. Mas deve ter sido assim sempre. O relativismo das coisas, por certo, causa-nos essa impressão de o tempo estar voando.

    Acontece ainda que, entre o final do século passado e estas duas primeiras décadas do século presente, mergulhamos num mundo extremamente dinâmico, antes de tudo, pela velocidade da comunicação eletrônica. O quase infinito potencial de entretenimento oferecido pela internet absorve de tal maneira nossas atenções, que, em verdade, não nos damos conta da passagem do tempo. E quando prestamos atenção, já estamos no amanhecer seguinte, na semana, no mês e no ano seguintes, a milhares e milhares de quilômetros por hora.

    O tempo já pode ter parecido mesmo congelado, em algum período da civilização ainda incipiente, distante do próprio desenvolvimento tecnológico. E tudo se passava com uma lentidão agonizante ou aprazível, conforme o observador. Por isso, de tão importante, soberano e eterno, o tempo foi considerado por sábios famosos, sob diversas formas de pensamento. Citemos, dentre tantos, apenas três, a começar por um muito antigo, Sêneca, que avisou: “Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida”. Já outro, relativamente contemporâneo, Albert Einstein, que se ocupou de corpo e alma em entender o tempo, lembra: “O tempo é uma ilusão. A única razão para o tempo existir é para que tudo não aconteça de uma vez”. E finalizemos com um patrício, o poeta Mário Quintana, que do alto do seu lirismo, sentencia: “A saudade é o que faz as coisas pararem no Tempo”.

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    Pedro Paulo Paulino
    • Local na rede Internet

    Atuante tanto na literatura de cordel quanto na poesia erudita, com diversas conquistas em prêmios literários de âmbito nacional. Além de seu trabalho como escritor, ele também é redator e diagramador de jornais, revistas e livros, atuando dentro e fora de Canindé. Como radialista, Pedro Paulo apresenta um programa aos domingos, focado em resgatar sucessos da Velha Guarda.

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    View 2 Comments

    2 Comentários

    1. Arlando Marques sobre 02/08/2024 10:40

      Caro cronista, é impossível ser indiferente ao seu texto, sempre atento aos detalhes e prendendo impecavelmente nossa atenção.
      Grande abraço!

      Responder
      • Pedro Paulo Paulino sobre 02/08/2024 11:23

        Obrigado, poeta Arlando Marques!

        Responder
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