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    Home » Reforma Tributária inaugura nova era de controle e transparência: até 2033, sonegar será praticamente impossível
    Empresas

    Reforma Tributária inaugura nova era de controle e transparência: até 2033, sonegar será praticamente impossível

    Carlos AugustoPor Carlos Augusto29/10/2025Nenhum comentário2 minutos de leitura
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    A Reforma Tributária vai muito além da criação de novos impostos. Ela inaugura uma nova era de tecnologia, integração e transparência fiscal no Brasil. A partir de 2026, o país entra em um processo de transição para um modelo que promete simplificar o sistema e, ao mesmo tempo, tornar a sonegação praticamente impossível até 2033, quando o novo sistema estará totalmente implementado.

    Com a substituição dos tributos atuais — ICMS, ISS, PIS e Cofins — pelos novos IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), todos os dados fiscais passarão a ser integrados em um sistema nacional único, alimentado em tempo real pelas empresas e administrado de forma conjunta pela União, estados e municípios.

    Na prática, cada transação comercial será registrada automaticamente no sistema, com identificação de origem, destino e valores. Esse cruzamento de informações entre notas fiscais eletrônicas, pagamentos via Pix, cartões e sistemas bancários permitirá à Receita Federal e às secretarias estaduais de Fazenda rastrear toda a cadeia de produção e consumo.

    Especialistas afirmam que o novo modelo deve eliminar brechas para fraudes, sonegação e guerra fiscal, além de aumentar a previsibilidade e reduzir disputas judiciais. Estamos caminhando para um modelo em que o imposto será recolhido de forma automática, digital e transparente. Quem vende, quem compra e o governo terá as mesmas informações, no mesmo instante.

    O Simples Nacional foi preservado e continuará beneficiando micro e pequenas empresas, que poderão manter o recolhimento unificado de impostos em uma única guia. Mesmo assim, todas as transações realizadas por empresas desse regime também estarão dentro do novo sistema, garantindo rastreabilidade e integridade dos dados.

    Até 2033, o país deve concluir a transição para o novo modelo, quando todas as empresas — de qualquer porte — estarão operando em um ambiente digital unificado. Nesse cenário, a sonegação se tornará inviável, já que cada movimentação financeira e comercial será automaticamente cruzada e registrada.

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    Carlos Augusto
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    Jornalista e repórter fotográfico, com vasta experiência. Graduando em Comunicação Institucional e Gestão Pública, possui habilidades em comunicação e escrita. Carlos Augusto é acadêmico de Ciências Contábeis, o que acrescenta um olhar analítico e detalhista, combinando de forma única comunicação e economia.

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